Sinto por não ter a falta que você falou que iria sentir,
Vejo como um momento qualquer aonde doei algo de mim.
Sei que será sempre como sempre foi, para não se arrepender,
Como as poucas coisas que acreditei porem muito para mim.
Apenas ser como sempre vai ser, e não mais estar como sempre foi
Ainda que tenha razão sempre como um bom motivo a ausência.
Deixa pra depois, como aviso que eu te dei para depois lembrar,
Seja como for, esse algo que você tirou não era para ficar.
Deixa pra depois, como sempre fiz com tudo aquilo que parecia
ser bom,
Insisto em dizer que aparências enganam e não era mais para
ficar.
Quando falo do pouco que fez sobre minha presença não é rancor,
Seria apenas uma forma pouco amigável de não deixar esquecer.
Talvez por tentar mantar as vastas lembranças ainda vivas em mim,
Não deixei formar barreiras e bloquear o que um dia foi bom.
Apenas ser como sempre vai ser, e não mais estar como sempre foi,
Ainda que tenha razão sempre como um bom motivo a ausência.
Deixa pra depois, como aviso que eu te dei pra depois lembrar,
Seja como for, esse algo que você tirou não era para ficar.
Deixa para depois, como sempre fiz com tudo aquilo que parecia
ser bom,
Insisto em dizer que aparências enganam e não era mais para
ficar.
Percebo que nunca esteve aqui, se um dia decidir aonde estar,
De longe a espera soa como um não, seja se for aquilo que é bom.
Deixa pra depois, como aviso que eu te dei para depois lembrar,
Seja como for, esse algo que você tirou não era para ficar.
Deixa pra depois, como sempre fiz com tudo aquilo que parecia
ser bom,
Insisto em dizer que aparências enganam e não era mais para
ficar.
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